sexta-feira, 5 de julho de 2013

I dare you. I double dare you!

Em relação ao seguinte vídeo eu podia escrever muito, podia criar um novo blog e dedicá-lo só a unicamente ao seguinte video e aquilo de que ele fala, aquilo que ele mostra. Mas depois vejo que...não vale a pena, porque este vídeo já diz tudo isso. "Enjoy"..


Liz

Quando de onde menos esperamos recebemos um carinho

Ando nuns dias maus, sensíveis, com tudo à flor da pele. Sei porque assim estou e antes não soubesse mas isso também não interessa nada. Ora pois aqui a Liz tem um fraquinho, um calcanhar de Aquiles, um treco-lareco por uns desenhos animados: Os Minions.

Para quem tem miúdos estes seres amarelos adoráveis, deliciosos, amorosos e nhekes não são de todos desconhecidos e, para quem não conhece, eu deixo aqui uma coisa gira para terem uma ideia


Rio-me sempre. Sempre! Posso ver isto todos os dias até ao fim dos meus dias e rio-me S.E.M.P.R.E.!! E ontem pus esta pérola no Facebook a dizer que quero uma coisa destas. Hoje, completamente vindo do nada, sou presenteada com isto


"Vi que puseste aquele vídeo no Facebook e como não tinha nada para fazer....fui pegar nos lápis de cera e saiu isto! Não são a sério mas já tens os teus minions".

Se vos disser que ia chorando acreditem em mim. Foi o mimo certo, na altura certa, da pessoa que menos esperava. Por momentos senti-me querida, mimada, que tinha a atenção de alguém e isto soube-me pela vida e fez com que o dia passasse muito muito melhor. E esta hein?

Liz

É pedir muito?


Será pedir demais sentir e viver o amor de que ela fala? Será que com o passar dos anos nos devemos "acomodar" ao amor que temos, ao que apareceu e ficou, ou devemos sempre lutar pelo amor que sabemos merecer, ainda que isso seja sinónimo de acabar sozinha, pois o amor que queremos.....não existe?


Liz

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Especialistas

Sempre adorei o termo "especialista". Sei lá, remete-me para um senhor de bata branca, óculos na ponta do nariz e cabelo branco desgrenhado, com uma mala de couro pela mão e um chapéu de feltro na cabeça. Assim uma espécie de Maestro Vitorino de Almeida com atacante do jardim do Campo Grande. Gosto desta imagem, deste ar composto, que emana conhecimento e certeza, ainda que esteticamente deixe muito a desejar.

Gosto de quem se intitula especialista, seja em astrofísica ou em bacalhau com natas. Gosto da presunção com que o fazem, de peito cheio, nariz empinado e a certeza de que mais ninguém fala daquele assunto com maior certeza ou assertividade do que eles. Fora os especialistas de que atrás falei, também gosto dos especialista ali na casa dos 30 anos, meio putos-fixes meio doutores da mula russa, também usando óculos (dá um ar inteligente sei lá) mas já com um aspecto mais enxuto. Sejam os velhotes caricatos ou os jovens enxutos numa coisa são iguais: são especialistas. 

E eu pergunto: o que é melhor? Ser especialista numa única coisa ou saber falar maisómenos de muitas? Ser socialmente um nabo pois o nosso tema de conversa anda sempre em redor da colisão de massas interestelares ou de como se deve demolhar bacalhau, ou, ao invés disto, saber que aquela luzes brilhantes lá no céu são estrelas e que o bacalhau já pode ser comprado demolhado? Entendem-me?

O que nos dá mais bagagem: cingirmo-nos à nossa zona de conforto (a nossa "especialidade") ou conhecer um bocadinho até daquilo que se passa fora da nossa bolha?

Liz

Responde-me

Ninguém gosta de desprezo, de não se ver respondido ou de ver as suas palavras caírem em saco roto. Ninguém gosta de se sentir mal e desabafar com a razão do seu desconforto e do outro lado ouvir um ruidoso e estridente silêncio. Ninguém gosta de, com o coração na boca, falar o que sente e o que não sente e ser acolhido com uma atitude indiferente ou com uma resposta politicamente correcta. 

Quanto a mim, do que a mim diz respeito, perco-me em atitudes destas pois eu, no que a mim diz respeito

Compro briga, provoco tensão, choro, ligo até o telefone se cansar, mando mensagens até o telefone se apagar, pego no carro e paro à porta, parto a loiça e o coração, falo alto e dou murros na mesa, digo palavrões e desço do salto, perco a vergonha e a cabeça, xingo e aponto o dedo, faço chantagem e peço desculpa, imploro que respondas e viro as costas, atendo ao primeiro toque e desligo o telefone na cara, bato com a porta do carro e depois olho para trás, penso no que fiz e penso se fiz mal, preciso da minha dose de instabilidade e luto todos os dias pelo meu equilíbrio.

Eu nunca disse que era fácil.....




Liz

Aviso às leitoras

Caras senhoras, se num destes serões se sentirem entediadas, se gostarem de filmes de terror e se forem solteiras, só vos posso recomendar um programa:


Minhas queridas, até quem não brinca aos pais e às mães depois de ver um episódio destes fica com a ligeira sensação de que algo no seu ventre se mexeu e não, não era um cocó. Este programa completamente perturbador apresenta casos de mulheres normais, que podem ou não já ter sido mães, que estavam grávidas e só tomaram conta desse facto quando numa ida ao wc lhes cai um puto pelas pernas abaixo. Todas juram a pés juntos que não sabiam que estavam grávidas, que beberam que nem trolhas, que fumaram que nem chaminés, que até fizeram exercício e algumas emagreceram. Não tiveram a barriga redonda, não sentiram nada a mexer e algumas nem desejos tiveram. É como se um dia o corpo delas tivesse produzido um bebé por geração espontânea, alertando-as para esse facto quando o miúdo já estava nos 9 meses. 

Sim porque a maioria dos nascimentos são de bebés de termo, perfeitos, saudáveis, com as peças todas. Ah e tal isso é impossivel! Nunca estive grávida por isso não vou discutir mas a verdade é que existem provas hospitalares, chamadas feitas para o 911 em puro pânico e depoimentos dos paramédicos que vão em socorro das parturientes. É assustador, durante anos senti-me grávida no fim de cada episódio e fazer o amor depois de ver uma coisa daquelas era simplesmente impossível. Temei senhoras....temei que até os bebés já vêm com via verde. 



eu vou tão para o inferno...



Liz

Paciência

Há um blog que sigo, que tenho que seguir, que é assim uma espécie de Bíblia dos desempregados e, claro está, chama-se Finalmente sou um Gajo Desempregado.  Além de muito bem escrito fala de como se sente e do que passa um gajo/a desempregado nas mais variadas situações. Pois aqui a Je partilha o mesmo "estado de graça" que este senhor e identifico-me com muitas das coisas que escreve:

-O desempregado tem que ter "projectos": 

Desempregado que é desempregado tem que ter cenas e coisas e projectos para fazer/iniciar/concluir/tirar da gaveta. Tem que ser criativo, animado, social e estar sempre na boa pois, verdade seja dita, o que não lhe sobra é tempo, coisa de que toda a gente se queixa de não ter. 

-O desempregado tem que sair de casa:

Mesmo que esteja a chover, o carro não veja gota de gasolina há 2 meses e o último chapéu de chuva que tínhamos ficou esquecido no autocarro, quando ainda ganhávamos para andar de autocarro.

-O desempregado tem que ser um gajo/a bem disposto:

Não só pela questão da quantidade de tempo que tem mas porque desempregado e maldisposto ninguém aguenta nem ninguém contrata! Mesmo que veja toda a gente à sua volta com emprego, mesmo que o pai fale de si como "olha no que deu andar na faculdade", mesmo que queira alinhar em todos os jantares e saídas com os amigos apesar de já não ter um tostão.

-O desempregado é um encostado:

E não é isto que a maioria do pessoal contribuinte pensa? Parece que hoje é mais porreiro ser cigano (no sentido abrangente da palavra) ou ter muitos muitos filhos do que se ser um simplório desempregado, menino da mamã, saído da faculdade e que não sabe o que é a vida. Aparentemente, andamos todos dedicados ao coçamento do espaço entre o tomate direito e a respectiva virilha, aguardando ansiosamente que um trabalho nos caia no colo.

-O desempregado só não trabalha porque não quer:

E é verdade, têm toda a razão pois o que não falta por aí é trabalho. Contudo, se um call-center, umas escadas ou ser delegada da ZON ou da MEO fazem parte do meu panorama de emprego de sonho? Não. Se por isto sou uma grande princesa, com manias e "havias de ter filhos a quem dar de comer pra veres se estavas com esquisitices"? Então que seja, mas daquelas graaaandas princesonas mesmo. 

-O desempregado é o amigo que toda a gente tem:

Mas que nem toda a gente entende. Compreendo que se partilhe as alegrias da vida profissional, compreendo que também se partilhe as merdas da vida profissional e nunca, em tempo algum, me recusei a ouvir quem quer que seja ou a dar minha opinião/apoio mas às vezes, muito muito às vezes, a única coisa que me apetece responder é um "quem me dera ter um trabalho de merda para me queixar". Mas isto sou eu e a minha personalidade intransigente, ou mau feitio. 

-O assunto preferido de um desempregado é a sua vida pessoal:

Não, não é. Nenhum desempregado gosta que lhe perguntem por "novidades" pois ou não as tem ou estão relacionadas com um dia passado no centro de emprego. Um desempregado consegue fazer uma autêntica dissertação teórica sobre a reprodução assexuada dos caracóis mas nunca, em tempo algum, lhe peçam novidades, então se for solteiro/a e não tiver um/dois/três/cinco engates a mandar mensagens e a pedir atenção. Perguntem-lhe como está, mas não lhe peçam novidades pois quando as tem, o desempregado faz questão de as escrever em BOLD no fb.

-Os desempregados às vezes são azedos e respondões:

Toda a gente tem maus dias....até os desempregados.

E eu estou a ter o meu. Sinto-me um dragão, má, seca por dentro, egoísta, não invejosa mas cansada, muito cansada. Já disse por mais que uma vez que não me posso queixar, não tenho esse direito e quem dera a muitos as minhas "desgraças" mas bolas...há dias maus e hoje, eu estou a ter o meu. 





Liz

terça-feira, 2 de julho de 2013

Pouco pano

Fui hoje confrontada com o meu primeiro bikini brasileiro, vindo do Rio, auê cara! Giríssimo, parte de cima preta e parte de baixo com um padrão todo sexy e cenas e eu toda parvinha morta por o experimentar, pois a minha pessoa, mesmo aos 25 anos, quando recebe um presente, demonstra o mesmo comportamento de uma criança de 5 anos. 

Chego a casa, dispo-me como se tivesse um homem lindo e nu à minha espera (....) e toca de vestir o bikini novo. Como é que eu explico isto:

Ainda que o Jesus me tenha dado uma figurinha porreira, achou por bem concentrar toda a carne do meu corpo ali na zona da anca, no chamado glúteo! Ora portantos, estive meia hora em frente ao espelho a tentar arranjar maneira de tapar à frente sem deixar el bunbum todo de fora e, claro está, de tapar atrás sem deixar a Maria Vitória a espreitar! Conclusão? As zucas são umas porcas, o bikini está marcado como Grande e ainda assim, mais de metade do rabo fica de fora, e eu, púdica santa com os pés no convento não sei como vou ter coragem de envergar tal coisa mais linda mais cheia de graça noutra praia que não Carcavelos (conhecida pelas tangas e fios usados por Chaimittes ou tanques de guerra)...

O Verão é uma altura complicada....




Liz

O sítio onde nasci

Neste momento, a minha terra aka Portugal apresenta-se-me assim:

O Seguro:



O Portas:




O Passos :



O Cavaco:



O Povo:



Eu sei que podia escrever um imenso texto erudito mas vá lá.....todos vós sabeis que metade do texto iam ser palavrões e esconjures e este blog ainda pretende manter algum nível.

Preparem-se

Pois estão a alguns momentos de ver o que se passou com os dentes da Liz!!! Não sou eu claro, esta foto, se fosse minha, faria de mim uma moçoila nos 30as e não nos 25os ahah Mas até eu fiquei aparvalhada....o meu caos bocal era algo assim


Obrigada pai e mãe, se não fossem vocês, talvez nunca ninguém olhasse para mim sem soltar um gritinho....gosto muito muito de vocês.

Liz