quinta-feira, 11 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de julho de 2013
Rendi-me
Rendi-me às evidências e 3 apagões depois saí de casa em fúria/desespero para comprar uma base refrigeradora de computadores (foi o que pedi na loja e o menino entendeu). Escolhi num ápice e 20 € depois cá tenho a minha base em alumínio com 3 ventoinhas! A diferença?
Experimentem viajar para o Alentejo profundo no mês de Agosto num carro com ou sem A/C. É tipo isso.
Liz
terça-feira, 9 de julho de 2013
Prioridades
Sabes quais são as tuas prioridades quando pões uma ventoinha virada directamente para o pc que já se apagou duas vezes enquanto tu te abanas com um leque....
Liz
Procura-se
Meus caros e amados leitores/curiosos/fãs, tenho andado a remoer em algumas coisas que me têm mostrado que, em alguns momentos, me tenho comportado/reagido como uma vesícula biliar inflamada e eu não gosto disso porque fora as más línguas, eu até sou uma miúda fofinha. Posto isto lembrei.me de lançar aqui um desafio pela blogosfera. Não tenho símbolo xpto, não tenho foto profunda do mar com o pôr do sol, não tenho uma letra diferente, tenho simplesmente a ideia:
Procuram-se histórias de amor
Se por aqui andar alguém que seja um artista do design e do photshop que queria criar um poster daqueles tipo velho oeste com um "Procura-se" e dois corações bandidos mas felizes eu agradeço e ficarei eternamente grata e a emanar energia boa e feliz para essa pessoa.
O meu único objectivo:
Conhecer histórias de amor.
O único senão:
Não quero desgraças, mortes, facadas, palitos, finais tristes. Têm que ser histórias de amor felizes, com dois meses ou duas décadas, com corações e enjoativas, ou tomatudas e rijas.
Eu só procuro historias de amor, de preferência, de quem já andou aos caídos e a chorar enquanto conduzia mas, que um dia, se apaixonou novamente e perdidamente por alguém e agora está feliz. Peço-vos então meus queridos que espalhem a palavra, botem nas bocas do mundo e vamos todos mundo fora, quais D. Quixotes e Sanchos Panças à procura de amor no mundo, que por aqui, reina a descrença e a bílis.
Liz
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Vi ontem à noite o Eternal Sunshine of The Spotless Mind. Escolhi-o sem qualquer critério, sem saber bem o que queria ver, apenas porque em tempos disseram-me que este podia ser um dos melhores filmes que podia ver na minha vida. Claro que descrente como sou neste tipo de opiniões, deixei-o para segundo plano, até ontem. Do realizador Michael Gondry e com um guião de Charlie Kaufman este filme não me cativou nos primeiros minutos mas fez-me vir aqui escrever sobre ele, e isso, é sinal deve ter sido bom, muito bom.
Joel acorda numa manhã sentindo-se estranho. Continuando estranho, sai de casa para ir trabalhar e já prestes a apanhar o seu comboio segue o impulso de ir apanhar um outro comboio cujo anúncio ouviu ao longe num altifalante. Sabendo que não é um homem espontâneo ou dado a surpresas fica sem saber muito bem porque o fez, o que se terá passado. Chegado ao seu destino, uma praia gélida num dia de Inverno vê uma mulher com uma camisola cor de laranja feia, mas à qual acaba por achar graça pois é um ponto de cor num cenário cinzento. Até aqui tudo bem, como espectadora senti-me meio perdida na história, sem saber muito bem que rumo ia seguir até que sou levada para o momento da trama que muda tudo: o pedido de desculpas. Aqui toda a lógica existe e é encontrada, tudo se entende e depois de confrontado com a realidade Joel decide fazer o que Clementine já tinha feito: esquecê-la.
Recorrendo a um médico com um método pouco ortodoxo de eliminar memórias específicas, Joel decide iniciar o processo de esquecimento da sua ainda amada Clem: seguindo o preceito médico, reúne em sacos tudo o que tem dela, tudo o que o faz pensar nela, todas as memórias físicas e, depois das memórias mapeadas, começa a "apagar" o seu amor por ela. O problema é que a meio do processo e impotente para com as mudanças, Joel começa a recordar os momentos bons que viveram, como foram felizes, tudo o que o fez amá-la e os porquês de não a esquecer. E luta, debate-se, "esconde-se" e sai do mapa pois ao apagar o mau vai acabar por perder tudo o que de bom existiu.
Escusado será dizer que aqui a rija da Liz acabou o filme a chorar que nem um bebé pequenino mas com uma sensação de felicidade meia estranha dentro do peito. Quem no fim de uma relação, daquelas que vocês sabem, não deseja apagar tudo, esquecer tudo, passar uma borracha sobre o que se viveu e seguir com a vida em frente sem olhar para trás? Quem nunca desejou com todas as forças cair no esquecimento de quem nos atormenta e não nos dá o merecido descanso? Contudo, quantos de nós estamos preparados para perder também as memórias boas, os momentos de carinho e amor, os sorrisos, o aconchego? Quem aceita de bom grado perder as lições e o crescimento que aquela relação falhada nos proporcionou? E, em última escala
Quem me garante, que não me volto a apaixonar por aquela pessoa?
Já aconteceu uma vez, já gostámos um do outro, já fomos felizes, então porque não? Se comecei o filme a desejar com todas as forças uma limpeza cerebral como aquela, acabei-o a saber que nunca, em tempo algum, eu me quero esquecer de que um dia estive com ele. Nem que seja pela segurança de que por ali, não me volto a apaixonar.
Liz
domingo, 7 de julho de 2013
A guardar a minha opinião para mim
No últimos tempos tenho-me sentido no meio de um remoinho sentimental, que não me envolve mas que envolve quase todos à minha volta. Quase todos os que estão à minha volta estão neste momento envolvidos num trágico drama sentimental, daqueles que nos faz ligar para os amigos em total desespero a pedir respostas, que nos deixa assim entre o loucos e o estúpidos. Ora porque ela se afastou e ele não sabe porquê porque gosta dela, ora porque ela está apaixonada por dois, ora porque ele pediu para se afastar e ela nunca lidou com a distância, em suma, casais felizes, conheço um.
Como fiel depositária dos desabafos de muita gente dou por mim a saber muita coisa, tudo informação que eu não procurei nem pesquisei mas que chegou a mim trazida por vários passarinhos. Muita dessa informação, infelizmente,
prende-se com factos que as partes envolvidas não conhecem e que, se conhecerem, não vão gostar nada do que isso fará por eles. Uma dessas situações embaraçosas envolve uma amiga minha, linda e loira mas com muito pouco juízo e que se tem metido nos maiores berbicachos que podem imaginar. Saiu de uma relação (de m***) e partiu para a loucura, a soltura e a libertação total. Perdeu a vergonha e juízo e teve atitudes tão mas tão feias, daqueles atitudes que nos fazem chamar nomes feios à pessoa que assim se comporta mas, que neste caso, é minha amiga. E, mais uma vez, eu sei mais do que conto até porque não sinto ter o direito de contar, até porque se o fizer, sei que sou eu que fico mal vista porque fui "má amiga" e não ela por ter sido indecente.
Muito já se falou das amizades masculinas que tudo protegem e ocultam aos seus camaradas, que juram pela alma da mãe e que são, sem qualquer margem de dúvida, muito mais unidas que as amizades femininas. Amigo que é amigo encobre o amigo cabrão que pôs os cornos à namorada, ainda que ela seja uma santa rapariga; amigo que é amigo diz, mesmo que sobre tortura, que naquela noite o amigo esteve com ele a noite toda; amigo que é amigo aconselha que o amigo apague aquelas mensagens comprometedoras e critica o amigo se não o faz; amigo que é amigo, zela pelo amigo, sob a velha máxima do bros befor hoes. E nós, mulheres, teremos o direito de os criticar por serem assim? Como posso eu criticar este comportamento tão masculino se agora estou eu do outro lado da barricada, a saber muito mais do que conto e do que posso contar, quando eu não concordo, critico e julgo mas, contas feitas, não posso mudar nada?
Se em termos morais isto me choca, me faz extrema confusão e me deixa sem reacção perante tamanha dualidade de comportamentos e fraca noção de certo e errado, fora dos moralismo, eu não tenho nada a ver com isso, eu já me queimei antes e não dou mais a minha opinião sem que ma peçam. A até mesmo pedindo penso sempre duas vezes.
Liz
sexta-feira, 5 de julho de 2013
I dare you. I double dare you!
Em relação ao seguinte vídeo eu podia escrever muito, podia criar um novo blog e dedicá-lo só a unicamente ao seguinte video e aquilo de que ele fala, aquilo que ele mostra. Mas depois vejo que...não vale a pena, porque este vídeo já diz tudo isso. "Enjoy"..
Liz
Quando de onde menos esperamos recebemos um carinho
Ando nuns dias maus, sensíveis, com tudo à flor da pele. Sei porque assim estou e antes não soubesse mas isso também não interessa nada. Ora pois aqui a Liz tem um fraquinho, um calcanhar de Aquiles, um treco-lareco por uns desenhos animados: Os Minions.
Para quem tem miúdos estes seres amarelos adoráveis, deliciosos, amorosos e nhekes não são de todos desconhecidos e, para quem não conhece, eu deixo aqui uma coisa gira para terem uma ideia
Rio-me sempre. Sempre! Posso ver isto todos os dias até ao fim dos meus dias e rio-me S.E.M.P.R.E.!! E ontem pus esta pérola no Facebook a dizer que quero uma coisa destas. Hoje, completamente vindo do nada, sou presenteada com isto
"Vi que puseste aquele vídeo no Facebook e como não tinha nada para fazer....fui pegar nos lápis de cera e saiu isto! Não são a sério mas já tens os teus minions".
Se vos disser que ia chorando acreditem em mim. Foi o mimo certo, na altura certa, da pessoa que menos esperava. Por momentos senti-me querida, mimada, que tinha a atenção de alguém e isto soube-me pela vida e fez com que o dia passasse muito muito melhor. E esta hein?
Liz
É pedir muito?
Será pedir demais sentir e viver o amor de que ela fala? Será que com o passar dos anos nos devemos "acomodar" ao amor que temos, ao que apareceu e ficou, ou devemos sempre lutar pelo amor que sabemos merecer, ainda que isso seja sinónimo de acabar sozinha, pois o amor que queremos.....não existe?
Liz
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Especialistas
Sempre adorei o termo "especialista". Sei lá, remete-me para um senhor de bata branca, óculos na ponta do nariz e cabelo branco desgrenhado, com uma mala de couro pela mão e um chapéu de feltro na cabeça. Assim uma espécie de Maestro Vitorino de Almeida com atacante do jardim do Campo Grande. Gosto desta imagem, deste ar composto, que emana conhecimento e certeza, ainda que esteticamente deixe muito a desejar.
Gosto de quem se intitula especialista, seja em astrofísica ou em bacalhau com natas. Gosto da presunção com que o fazem, de peito cheio, nariz empinado e a certeza de que mais ninguém fala daquele assunto com maior certeza ou assertividade do que eles. Fora os especialistas de que atrás falei, também gosto dos especialista ali na casa dos 30 anos, meio putos-fixes meio doutores da mula russa, também usando óculos (dá um ar inteligente sei lá) mas já com um aspecto mais enxuto. Sejam os velhotes caricatos ou os jovens enxutos numa coisa são iguais: são especialistas.
E eu pergunto: o que é melhor? Ser especialista numa única coisa ou saber falar maisómenos de muitas? Ser socialmente um nabo pois o nosso tema de conversa anda sempre em redor da colisão de massas interestelares ou de como se deve demolhar bacalhau, ou, ao invés disto, saber que aquela luzes brilhantes lá no céu são estrelas e que o bacalhau já pode ser comprado demolhado? Entendem-me?
O que nos dá mais bagagem: cingirmo-nos à nossa zona de conforto (a nossa "especialidade") ou conhecer um bocadinho até daquilo que se passa fora da nossa bolha?
Liz
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