sábado, 10 de agosto de 2013

Um ano depois - O Recomeço

Há um ano atrás tive um dos dias mais tristes da minha vida. Há um ano atrás e depois de 10 dias passados com o meu namorado que se tinha mudado para a Irlanda (e onde continua com a Graça do Senhor), ele diz-me sem dó nem piedade, em cheio nas minhas fuças, que não me queria lá. Que a vida dele era complicada, que o trabalho lhe tomava muito tempo, que eu ia precisar de muita ajuda e atenção, coisas que ele não me podia dar. Engraçado, 7 meses depois do nosso fim e já mora há 4 com uma rata de franja, cito, "odiosa". Enfim....

Não acabei com ele mas acabei-me de choro e desconsolo. Chorei no taxi até ao aeroporto, chorei no aeroporto, chorei o voo todo, e só quando aterrei em Lisboa parei, não porque quisesse mas porque tinha família à minha espera e ninguém podia saber. Já tínhamos problemas demais para juntar este à lista....

Voltei derrotada, de uma "queda do cavalo" que me ia deixando no chão para sempre. O mais triste? Continuei, aguentei, tinha que dar certo, tinha que ser ele, era ele e ele ia mudar de ideias. Já tinha mudado das duas vezes anteriores em que me disse o mesmo....Foram 10 dias em que fui feliz para que depois, a seco, me tirassem o que na altura eu pensava ser o meu tudo, o meu mundo. 

Faz amanhã um ano voltava eu para Lisboa, mas amanhã, sigo para Sul, para férias, para escape, para exorcismo. E o melhor? Sigo livre, solta, sem deixar nada em Lisboa, muito menos noutro país. Sigo porque quero e porque querem a minha companhia. Sigo, acima de tudo, em nome da miúda desfeita que há um ano aterrou em Lisboa e que hoje, se sente uma mulherzinha. Simplesmente, sigo. 

Boas férias, tentarei dar notícias. Amor. Para todos.





Liz

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Bebé Real

Não, não vou falar do George Alexander Patrick Joseph Jack Albert Stephen etc etc etc. Falo sim do MEU bebé real. Presenting




A Liz deu à luz mais um menino! É verdade, o parto não foi complicado e diria mesmo que saiu a jacto! É mais um canto, um espaço, um sítio meu mas onde, desta vez, não falarei de mim mas de histórias. Histórias do quê? Do que me apetecer ora essa! Amor, traição, faca e alguidar ou lições de vida, em suma, tudo entra ali. Decidi criá-lo porque aqui não se justificava escrever o que ali quero escrever, sendo necessário um novo espaço. 

Está lá, ao vosso dispor e já com a primeira história quentinha quentinha! Ide ver o reizinho, ide!

Liz

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

Manifesto da saudade

"Diz a lenda que o termo foi cunhado na época dos Descobrimentos portugueses e do Brasil, quando esteve muito presente para definir a solidão dos portugueses numa terra estranha, longe de entes queridos. Define, pois, a melancolia causada pela lembrança; a mágoa que se sente pela ausência ou desaparecimento de pessoas, coisas, estados ou acções. Provém do latim "solitáte", solidão.
Uma visão mais especialista aponta que o termo saudade advém de solitude e saudar, onde quem sofre é o que fica à esperar o retorno de quem partiu, e não o indivíduo que se foi, o qual nutriria nostalgia. A génese do vocábulo está directamente ligada à tradição marítima lusitana."

Quem nunca sentiu saudades? Quem nunca sentiu o peito queimando só de pensar numa pessoa, num local, num momento, numa memória? Quem nunca deixou escorrer uma lágrima silenciosa recordando um tempo em que se foi feliz? Então nós, os portugueses, que inventámos a palavra, seremos sem dúvidas todos mestres e doutores em saudade. 

Há saudades boas, aquelas que nos colocam um sorriso no rosto ao nos lembrarmos daquela vez em que numa mesa com amigos éramos felizes e não sabíamos. Há também as saudades más, as saudades de quem não devíamos ter, as saudades de quem não as merece. Mas as piores saudades são aquelas que nos remetem para uma zona límbica, em que pensávamos já não nos lembrar mais daquele momento perdido e, de repente, ele surge-nos na memória fazendo o coração dar uma passada descompensada , colocando na garganta um nó apertado e asfixiante. E como se lida com estas saudades que não devemos ter mas que mesmo assim teimam em surgir? Elas não pedem licença, não chegam de mansinho, instalam-se e tornam-se o elefante cor-de-rosa na sala das porcelanas, incomodativas e caóticas mas surpreendentemente graciosas.

Há quem beba, há quem fume, há quem faça limpezas, há quem faça exercício, há quem se penitenciei tentando cansar o corpo e calar a mente, repudiando aquele momento que agora nos assombra, chegando mesmo a dar-nos um cheiro, um toque, a noção física de que se eu fechar os olhos, ele vai estar ali. Relembrar uma risada, um abraço, uma piada só nossa, uma promessa. E o pior? Saber da ainda existência de uma linha ténue, qual fio de aranha, que ainda nos liga ao objecto da saudade e que nos dá a certeza de que, neste momento, eu sei o que ele pensa. 

Dizem que toda a gente sente saudades mas que só os portugueses a sabem explicar pois claro está, fomos nós que a inventámos. Se eu consigo explicar a saudade? Não, só consigo dizer por palavras a reacção física que ela tem mim e de como ela me dá uma falsa sensação de aconchego e calor quando este teima em não vir de outra qualquer forma. Podemos até sentir saudades de nós mesmos, daquele Eu que dizíamos não gostar mas que hoje vemos que guardava dentro de si todas as alegrias do Universo e que, sem sabermos bem porquê, afastámos de nós para um sítio escuro pois o luto pedia escuridão e o Eu é feito de luz. 

As saudades não podem ser castradoras nem angustiantes pois aí já não são saudades, a isso eu chamo sofrimento e as saudades não devem implicar sofrimento. As saudades são o sol morno do fim de tarde numa casa no Alentejo, são a brisa marinha de quando estamos deitado na toalha numa praia quase vazia, são os bons dias dados como quem abraça, é olhar ao espelho e perguntar ao reflexo "por onde tens estado?", são sopa quente numa noite fria e são, acima de tudo, a prova de que em tempos, ainda que por meros segundos, fomos felizes, mesmo que não o soubéssemos. 


Liz

terça-feira, 6 de agosto de 2013

B-A-BA do jogador de futebol

Quem nunca deu por si a pensar no que será preciso para ser um astro da bola, um jogador de primeira linha, um ponta de lança do campeonato Inglês ou Espanhol? Eu nunca mas hoje acordei entediada e como fui correr ontem hoje não me mexo por isso o tempo a mais é algo que me assiste, muito. Posto isto preparem-se para mais uma exaustiva e elaborada tese sobre o star factory que tem que existir em todos os aspirantes a estrelas da bola e do relvado. Presenting

A Bíblia do jogador de futebol

O nome

Nada de António, Manuel ou Pedro. A conjugação tem que ser algo que não lembra ao capeta, tem que ser chocante, horroroso e completamente contra natura atacando a fonética portuguesa. Alguns exemplos:

Rui Patrício, Rúben Micael e, a pérola dos nomes futebolísticos, Cristiano Ronaldo.


A namorada

Se é para namorar com um jogador de futebol tem que pertencer a uma destas categorias: cantora, modelo, stripper, acompanhante de luxo, actriz ou ter tido a sorte de ficar grávida numa noite. Mulheres muito inteligentes não sou o forte de um jogador de futebol, a não ser claro, que ela consiga ser muito boa, muito gata e ainda assim tenha miolos. Mas lá está, aí a inteligência é dela e não dele. Temos com excepção à regra o Fábio Coentrão casado com a sua namorada das Caxinas mas também, verdade seja dita, quem tem coragem de acabar com uma namorada com quase mais 20 kg do que o próprio e criada nas Caxinas!?


A casa

Grande, com piscina, garagem para 5 carros, campo de ténis, jacuzzi, ginásio e "sala de jogos". Como objectos decorativos é de salientar a família do jogador que, mal vê o coitado assinar por um grande clube, acampa de malas e bagagens lá em casa e nem à lei da bala sai. 


O carro

Ferrari, Lamborghini, Mercedes ou Porsche. Se eles sabem conduzir isto? Claro que não mas faz vruuum!


O estilo

O cabelo tem que ser pintado ou, pelo menos, tem que ser um corte que lance a moda desse ano, por norma, nos cabeleireiros de bairro de nome "Kimbas dos cabelos". A roupa tem que ser Armani, Dolce & Gabbana e Gucci, mas sempre o que de mais piroso e rasca tenha saído naquela colecção, misturando sapatos de crocodilos com calças vermelhas e um blazer de ganga. Priceless! 


Falar

Não podem saber falar pois nunca em tempo algum se viu um jogador de futebol que consiga construir duas frases sem desfalecer para um coma alfabético, tal não foi o esforço. Têm que usar expressões como "os jgadores", "o mister", "fui muita bom", "jguei bem, a equipa jgou bem" e tudo nesta linha da aglutinação das vogais. Os que por algum caso forem bons a português ou não jogam grande coisa ou conseguiram acabar o básico antes dos 25 anos. 


O background

Nada de meninos ricos a jogarem a bola! Se querem vir a ser um astro do campo verde têm que ter tido uma infância de merda, cheios de doenças e sempre com o ranho a escorrer pelo nariz, têm que ter uns 15 irmãos, não podem saber do paradeiro do vosso pai, têm que ter jogado descalços com uma bola feita com sutien velho da vossa mãe e boas notas na escola são um ponto a menos a vosso favor. Ah e têm que ter sido descobertos enquanto faziam truques com uma bola numa praia cheia de turistas que vos atiravam moedas.


E é isto meus senhores, têm aqui tudo o que é necessário para se tornarem nos próximo Ronaldo ou no próximo Messi. Se bem como estes dois já não nascem mais mas....não custa tentarem!

(todo este texto não passa de uma paródia feita ao comum jogador de futebol: um puto com talento que foi descoberto por um olheiro e que, entre milhares de miúdos, teve a sorte de ser o The One. Admiro-os, respeito-os mas daí a achar que dar chutos na bola vala um salário de milhões só porque se tem um dom....acho uma treta)





Liz

Timidez

O mundo não é dos tímidos. Não é e pronto! Não é fixe ser-se tímido, não é fixe pecar-se por defeito e não por excesso, não é fixe ser a pessoa calada e observadora ao invés da Carmen Miranda de serviço. Não é porreiro ser a pessoa que não mete conversa com todos os que estão na festa, simplesmente, porque não lhe apetece e não é porreiro não se gostar de falar da nossa vida privada com estranhos, como por exemplo, o que se faz, onde, qual o curso, etc. 

Como tal, a Liz, aos olhos do mundo moderno, não é fixe. E não o sou porque, lá está, sou tímida. Eu não nasci com um sorriso colado ao rosto e se não me apetece rir para uma determinada pessoa, não me rio e pronto, nem que me batam. E sim, já levei uns apertos em pequena para dar beijinhos às tias e às amigas da mãe que cheiravam a perfumes baratos e nojentos. Contudo, se me fizerem rir, preparem-se, não paro mais. Para a maioria das pessoas sou uma "besta social", ou seja, não sou muito dada, muito social, muito querida e afável e são pouquíssimas as pessoas que numa primeira impressão me quiseram "levar para casa". Já fui a trombinhas, nariz empinado, a diva. Já tentei mudar, já fiz por entrar em conversas de terceiros para me sentir aceite, confesso que por vezes ainda o faço, mas não é fácil, custa, chega a ser fisicamente doloroso para mim fazê-lo.

E não, eu não sou trombinhas, talvez seja simplesmente socialmente ansiosa, ou seja qual for o nome bonito e pomposo qu lhe queiram dar. Não é falta de confiança em mim, na minha capacidade de ter uma conversa inteligente ou na inexistência de assuntos sobre os quais seja capaz de falar até porque, e sem qualquer modéstia o digo, eu sou capaz de falar de "qualquer coisa". Tenho uma boa conversa, animada, engraçada, com muito sarcasmo e ironia, o que já me valeu alguns desconfortos que me fizeram ter que explicar toda a conversa outra vez pois a outra parte perdeu.se pelo caminho....e é por estas e por outras que muitas vezes opto por um "smile and wave" a entrar a pés juntos numa conversa que não é minha.

Além disse, não imaginam o gozo que me dá observar os outros enquanto conversam! Os tiques, físicos e de fala, as bengalas que usam como os "tipo, pois, epah". As reacções físicas às respostas do outro, os desviares de olhar, o coçar a cabeça, mexer nas mãos, a pequena gosta de suor imperceptível que vai escorrendo. E não fosse eu fã da série Lie to Me! 

É assim que sou, pelo menos, à primeira vista, porque assim que me dão dois dedos de conversa e confiança começa o circo! Mas lá está, se dermos sempre o nosso melhor a todos, o que sobre para quem realmente merece o melhor?


Liz

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Pérolas da Liz #9

E quantos de vós, senhores e senhoras, já não desesperavam sem saber bem onde gastar o vosso precioso dinheiro senão nas minhas pérolas importantíssimas e super úteis hein? Pois hoje, depois de uma deplorável e vergonhosa ausência, preparo-me para vos presentear com mais um must have da estação, ainda que eu não saiba muito bem em que estação estamos, mas isso não interessa nada...

Presenting:

Oleo Capilar Protector da Mylabel




Passando pelas prateleiras do Continente, ali na secção dos produtos para o cabelo, reparo na tremenda lacuna em protectores solares para o cabelos, um item indispensável para as senhoras e para os seus cabelos já que ninguém quer acabar o Verão com uma esfregona pendendo do seu couro cabeludo. Pesquisei, procurei e, tímido e escondido, encontrei este pequeno produto da marca de cosméticos do centro em questão.

Porque o trouxe? Preço + óleo de argão. Não só custa uns cómodos 4,50€ como ainda tem na sua composição queratina e óleo de argão, os dois supra sumos do tratamento e regeneração capilar, presente em todas as marcas caras de cabeleireiro. Confesso que é o primeiro produto que compro desta marca mas, até à data e depois da pesquisa que fiz ontem, não encontrei muitos senão´s aos produtos, nem a este nem a outros. 

Deve ser usado antes e durante a exposição solar, tem efeito sobre os raios UV (bom para quem pinta e não quer ficar à manchas), contra o sal e contra o cloro, dois dos venenos para os cabelos. Ah e no fim da embalagem diz "performance profissional" e achei fofo. Como podem ver na imagem é uma gama completa, com shampô e máscara reparadora, que não comprei, mas cujos preços rondam também os 2,5€ (shampô) e os 3,5€ (máscara). Senhoras e senhores, tem tudo para ter o selo da Liz!

Liz

domingo, 4 de agosto de 2013

Killing me Softly #27

Liz e amiga foram à baixa passear. Entra em loja, sai de loja, olha, mexe, remexe, diz que não gosta, ama, compra. Até aqui tudo normal até que, durante uma passeata de escadinhas rolantes a amiga da Liz (bem mais pequenita que a Je) , num degrau acima do meu, muito sorrateiramente aproxima dois dedos do meu couro cabeludo, puxa um cabelo e verbaliza

Tens um cabelo branco!

Ia desfalecendo. Senti os joelhos tremendo, a visão ficou em túnel, via a luz, chorei. Depois de gritar um "tira tira!" (coisa que ela não fez) aceitei vê-lo, confrotá-lo cara a cara qual duelo de titãs: ele, O Branco, eu, A Incrédula. 25 anos e uns pozinhos e cá tenho o meu primeiro cabelo branco, o que quando se tem o cabelo quase preto pode ser auspício de que os dias de coloração estão próximos. 

Comentário possivel?

Cabrão, até cabelos brancos me deixaste!

Ai vida....

Liz

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Momentos #1

E no dia seguinte a teres-te queixado de uma situação no trabalho que te deixou triste e desanimada e a pensar que não te devias ter metido nisto, recebes um envelope com notas. 

E o mundo é de novo um lugar maravilhoso onde eu frequentemente me sinto mal por causa da minha boca grande.....


Liz

Dá miminho dá?

Confesso que me tenho visto acometida por alguma intolerância ao queixume estúpido alheio. Porquê queixume estúpido? Ora porque do queixume de quem eu gosto eu não me farto, eu oiço tudo e aconselho tudo, mas quando a coisa passa para queixinhas parvas de quem já se fartou de coçar o espaço entre a virilha esquerda e o respectivo tomate e agora não sabe o que fazer à vida, eu perco alguma da já residual paciência que tenho. É como diz mamãe sempre querida e carinhosa "a ti não se pode dizer nada que respondes sempre com duas pedras na mão". No caso dela, é mais um menir à Obelix mas isso são outras histórias.

Detesto gente que se pinta como carente, que está sempre tudo mal, que a vida não presta e que o amor não lhe bate à porta. Ainda que não por raras vezes esta pessoa seja eu, só o demonstro a uma ou duas pobres almas a quem pago todos os meses uma fiança para que me aturem, por norma, em boleias e gelados. E ainda que também eu me queixe sei que não ganho nada com isso e o mais certo é acabar num centro comercial perto de mim a gastar dinheiro que não tenho em coisas que, efectivamente, são-essenciais-à-minha-felicidade-ainda-que-seja-momentâneo mas ao menos deixo as pessoas em paz.

Agora se há coisa que não suporto mesmo, mas mesmo mesmo, assim a pontos de dizer daquelas palavras feias que fazem as mães por pimenta na língua é ouvir queixumes de quem se pôs mal porque quis. "Ah a minha namorada é horrível para mim, estou tão infeliz". Problema teu, arranja outra. "Ah só me calham cabrões, os homens não prestam". Problema teu, a sério, o problema és tu! "Ah as pessoas não prestam, só apanho desilusões e beka beka". Talvez se deixasses de contar a tua vida a tudo o que mexe e de confiar que toda a gente é como tu podia ser que os "maus" te largassem.

Sim sou uma cabra azeda, maldizente, maldisposta e malf......isso não que já disse que me deixei dessas coisas. Mas fazer o quê? Quando damos com os burros na água tantas vezes há coisas que acabam a mudar no burro em si...


Liz

quarta-feira, 31 de julho de 2013

I´ll show you mine you show me your´s #1

Já muito latim se gastou ao debater o que será mais proveitoso de ter: uma pilinha ou um pipi. Filósofos, feministas, padres e bêbados tendem a andar à volta desta problemática, sempre abordando a mesma aos olhos do próprio pensamento, excepto os bêbados, que se limitam a dizer pilinha e pipi e riem-se. Pois hoje chegou a minha vez de falar deste assunto, eu, que me sinto habilitada para tal pois não só tenho um pipi como conheço imensa gente que tem pilinha, tendo estado em contacto com uma ou outra em tempos passados.

Sendo eu uma pessoa de carácter científico e concreto irei então apresentar uma cuidada dissertação sobre as vantagens/desvantagens de ter um ou outro dos acima citados:

Pilinha

O Bom:

-Podem fazer xixi em qualquer lado sem ficarem com nada à mostra e sem se porem numa posição em que um bicho vos pode entrar nas entranhas, salvo seja!;
-Podem fazer concursos de xixi e calcular distâncias, alvos, potência e outros;
-É a única coisa num homem que cresce pois o cérebro mirra nas primeira 24 horas depois do parto;
-É o suficiente para serem mais bem remunerados do que uma mulher que exerça as mesma funções, podendo esta até ter mais estudos;
-Os vossos amigos podem gozar com vocês ou gabar-vos a dita sem que isso se torne estranho.
-Podem dar-lhe nomes.
-Por terem nascido com uma estão livres de ter que fazer um ser com 4 kg passar por ela. Já as Hienas não têm a mesma sorte...;
-Se dormirem com todas as mulheres da cidade são uns garanhões. Porquê? Porque têm pilinha;
-Podem andar nus pela casa enquanto são pequeninos porque "é uma coisinha tão gira";
-Continuam a andar nus pela casa mesmo quando já ultrapassaram os 70 anos.....;
-Se abençoados com uma de tamanho considerável e se souberem o que fazer com ela, a carreira como actor porno é sempre uma perspectiva de futuro;

O Mau:

-É a coisa mais feia que pende do corpo masculino, não sei porque está à mostra...;
-Estão SEMPRE sujeitos aos humores da dita. Na adolescência tem vida própria, na vida adulta precisa de estímulos e quando são velhos, haja Viagra;
-Podem ter sorte e nascer com uma porreira ou podem ser o homem mais bonito da vossa terra mas ter uma rolha de cortiça. You´ll never know...
-Têm o ponto mais frágil do vosso corpo à mostra;
-Emitem uma hormona que muitas vezes se sobrepõe ao cérebro, deixando-vos vulneráveis a mamas, rabos e caras bonitas;
-Se ela não quer, não quer e pronto. Não há discussão;
-A maioria dos exames envolvem cotonetes com 30 cm;
-Se o tomate avaria lá se vai o "resto".
-Possuir uma pilinha torna pouco másculo gostar de bebés, chorar, ver filmes românticos, gostar de cor-de-rosa, gostar de moda, fazer a depilação e todo um sem fim de situações que se vêm "castradas" só porque se nasceu com eles.....

Mas verdade verdade? O mundo podia existir sem homens e os seus apetrechos, mas não era a mesma coisa.


Liz