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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Conhecer um ginásio ou a história de como quase perdi um rim

E como tudo o que já é bom só pode ficar melhor (e vice-versa) la foi sô D. Liz de seu nome tentar conhecer melhor um ginásio aqui na sua zona. Viagem inocente e depois do trabalho (logo, pouca paciência) e lá fui eu para o dito espaço. A entrada tá gira, meia de esguelha e cheia de recantos mas toda moderna e cenas. Dirijo-me à recepção onde um senhor cujo bícepes eram maiores que a minha cabeça me pediu para aguardar um momento que ia chamar a colega comercial. E assim foi e uma pequena e saltitante loira enérgica veio ter comigo toda ela "transpirando comercial". 

Volta pelo ginásio, balneários, estúdios de exercício e estamos novamente no átrio! Ora fartinha de conhecer a conversa de comercial estou eu pois desde tenra idade cabe a mim a tarefa de mandar embora as pessoas que vêm à minha porta vender coisas à hora do jantar, logo, topei-a à distância.


Quanto ao ginásio:

-Moderno e até moderadamente bem equipado mas pequenino pequenino. Senti que se fosse para a máquina que trabalha as costas acabaria certamente a dar um cotovelada a alguém e isto deixou-me ansiosa.

-Os balneários têm 30000000 de cacifos mas a zona de duche não tem portas, só uns vidros assim em posição estratégica. Se eu quiser tomar banho em jogo de luzes com mais umas 10 mulheres eu vou para o exército e não para o ginásio.

-As aulas são todas naquela hora de m**** em que, ou estou ainda no trabalho, ou já-tá-tarde-como-tudo-e-eu-cheia-de-fome.

-Pelo preço que pedem posso muito bem ir para um ginásio "fino" onde me dão toalhas e onde tenho porta para tomar banho.

-Cheirava a homem no ginásio todo. 

Quanto à comercial:

-Insistente, intrusiva, marketeer de guerrilha. Detestei, fiquei desconfortável, quis-me vir embora. 

-Deu-me um convite para ir treinar mas nunca mais lá volto pois se há coisa que não gosto é de me sentir obrigada ao que quer que seja, seja por quem for e depois de hoje temo perder um rim ou um pulmão se lá voltar a pôr os pés pois a mulher não tem noções.

Valeu-me a ratiçe de ter dado o número de telefone errado ou ela vinha-me buscar a casa....e eu só queria um panfleto...




Liz